+
 
José Albano
Patrono A partir de 1930 da Cadeira 19
 
Poeta camoneano que primava pela beleza da concepção e cuidado absoluto da forma.
 
Um quinhentista do século vinte, foi chamado por Clóvis Monteiro. Autor de "Comédia Angélica", "Rimas", "Redondilhas" e "4 Sonetos".
 
Nasceu em Fortaleza, a 12-4-1882.
 
Faleceu em Montauban, França, a 11-6-1923.
 
 
 
 
 
Por GUILHERME STUDART (Barão de Studart), 
na obra DICCIONÁRIO BIO-BIBLIOGRÁPHICO CEARENSE
 
Nasceu á rua d'Assembléa n.o 2, Fortaleza a 12 de Abril de 1882, filho do negociante José Albano e de D.a Maria d'Abreu Albano. Avós paternos Barão de Aratanha, José Francisco da Silva Albano e sua mulher Baroneza d'Aratanha, Liberalina Angelica Albano, e maternos Ildefonso José d'Abreu e D.a Josepha Zulmira d'Abreu; bisavós paternos Manoel Francisco da Silva e D.a Maria Francisca da Silva, e José da Costa e Silva e D.a Maria do Carmo Theofilo e Silva e maternos Ildefonso José d'Abreu e sua mulher e o 1.o Tenente José Felix de Mendonça e D.a Úrsula Joaquina Vieira de Mendonça.
 
Tendo feito os estudos preparatórios no Lyceu de Fortaleza, estudos que aperfeiçoou na Europa, onde como seus irmãos passou muitos annos, foi para o Rio de Janeiro e ahi o Barão do Rio Branco o aproveitou para um dos seus auxiliares no Ministério do Exterior. Occupa actualmente o logar de Auxiliar do Consulado Brasileiro em Londres.
 
José Albano tem publicado poesias de valor e é de conhecida competência em assumptos de linguistica. Publicou: Allegoria Nas Officinas de Fidel Giró, Barcelona, 1912; Cançam a Camoens e Ode á Língua Portugueza Nas Officinas de Fidel Giró, Barcelona, 1912; Redondilhas Nas Officinas de Fidel Giró, Barcelona, 1912.
 
 
 
 
(85) 3226-0326 / 99703-1133
acdeletras@gmail.com
 
Copyright © 2015
D7W Design